CFC, Dataprev, Secretaria do Trabalho e empresas de softwares lançam FAQ sobre Empregador Web

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Por Rafaella Feliciano
Comunicação CFC
Para auxiliar a classe contábil e os empresários sobre as questões que envolvem sistemas digitais, como o Empregador Web, o Conselho Federal de Contabilidade, junto com a empresa digital do Governo, a Dataprev; a Secretaria do Trabalho; e representantes das empresas de softwares e fornecedoras de sistemas para os profissionais da contabilidade, lançaram, nesta quarta-feira (6), um banco com perguntas e respostas.
O objetivo é apresentar soluções aos principais questionamentos, principalmente sobre as mudanças resultantes da pandemia de Covid-19.
Confira AQUI!
 

Fonte: CFC, Dataprev, Secretaria do Trabalho e empresas de softwares lançam FAQ sobre Empregador Web

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Ouvidoria do CFC registra mais de 10,9 mil atendimentos em quatro anos

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Por Ingrid Castilho
Comunicação do CFC
Tirar dúvidas, receber elogios, reclamações, sugestões e também denúncias sobre situações indevidas. Essas são as principais funções da Ouvidoria do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), que, de 2016 a 2019, registrou via sistema 10.941 atendimentos a brasileiros de todo o país. Em homenagem ao dia do Ouvidor, comemorado no dia 16 de março (segunda), falaremos um pouco mais sobre essa ferramenta do Sistema CFC/CRCs e como ela contribui para dar transparência à sociedade.
A supervisora da Ouvidoria, Fabrícia de Andrade, explica que os canais de participação e de controle social do CFC foram implantados em 2014 com o lançamento do Portal da Transparência e Acesso à Informação de todos os Conselhos de Contabilidade e do Sistema Eletrônico do Serviço de Informações ao Cidadão (e-SIC), por meio de parceria com a Controladoria-Geral da União. No mesmo ano “a Ouvidoria surge com o propósito de fazer com que a entidade tenha um canal de comunicação rápido e eficiente com a sociedade, capaz de incentivar a boa administração pública e ao mesmo tempo em que garante o respeito aos direitos dos cidadãos”.
Para facilitar o acesso ao serviço, as demandas são recebidas pelo próprio site do CFC na página da Ouvidoria. Por lei, o tempo para resposta é de até 30 dias, mas relatórios da entidade mostram que os usuários do CFC são atendidos em um período médio de sete dias. “Após recebermos o pedido, nós analisamos as informações, encaminhamos as consultas aos setores competentes, e depois damos um retorno ao cidadão. Existem demandas que, em função de sua recorrência, a Ouvidoria já dispõe de respostas. Nesse caso, não há impeditivo para que ela seja enviada diretamente ao usuário”, ressalta a supervisora.
Em sua maioria os usuários da Ouvidoria do CFC são profissionais da contabilidade e estudantes que enviam, em ordem de maior contingente, pedidos de informações, seguidos de solicitações e depois reclamações. Os principais assuntos são o Exame de Suficiência e a Fiscalização do Exercício da profissão, assim as áreas mais demandadas da entidade também são a Coordenadoria de Registro e a Coordenadoria de Fiscalização, Ética e Disciplina.
Para melhorar o atendimento à população, “desde a instituição do canal de Ouvidoria, o CFC vem amadurecendo as boas práticas no acolhimento e na escuta da voz do cidadão”. Em julho de 2019, por exemplo, a instituição modificou o Sistema de Ouvidoria para integrar os Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs). A medida tinha por objetivos atender às exigências da Lei n.º 13.460/2017 e Resolução CFC n.º 1.544/2018 e proporcionar aos regionais o atendimento ao cidadão de maneira rápida, eficiente e segura, elevando a qualidade de atendimento e melhorando os processos e serviços da entidade.
PARCERIAS
Em dezembro de 2019, o CFC aderiu voluntariamente à Rede Nacional de Ouvidorias, uma iniciativa da Ouvidoria-Geral da União, que funciona como um fórum de integração das unidades de ouvidoria dos Poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.
Assim, passou também a integrar o Programa de Fortalecimento das Ouvidorias (Profort), que tem o objetivo de apoiar os membros da Rede na execução das atividades de ouvidoria, por meio do incentivo à integração das atividades; ao aperfeiçoamento da gestão dos processos; ao uso de novas tecnologias e soluções inovadoras para aperfeiçoar o tratamento das manifestações; ao intercâmbio de informações e de experiências entre os parceiros; e à capacitação de agentes públicos nas atividades de ouvidoria.

Fonte: Ouvidoria do CFC registra mais de 10,9 mil atendimentos em quatro anos

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Exame de Suficiência: Inscrições terminam nesta quinta-feira (12)

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Ingrid Castilho
Comunicação do CFC
Lorena Molter
Agência APEX
Terminam, nesta quinta-feira (12), às 16h, as inscrições para a 1° edição do Exame de Suficiência, de 2020. Para garantir a participação, os interessados devem se cadastrar nos sites da Consuplan ou do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). O boleto da taxa de inscrição, cujo valor é igual a­ R$ 110,00, poderá ser impresso até às 16h desta sexta-feira (13) e pago até às 23h59min do mesmo dia. Todos os horários são relativos a Brasília.
A prova será aplicada no dia 19 de abril, das 9h30 às 13h30 (horário de Brasília), em todas as capitais do país, no Distrito Federal, bem como em diferentes cidades do interior. O público-alvo são alunos já formados ou que estão no último ano do curso de Bacharel em Ciências Contábeis.
Para ser aprovado, o candidato precisa acertar, no mínimo, 25 das 50 questões objetivas da prova. O certame tem o objetivo de comprovar o conhecimento técnico para o exercício da contabilidade. A aprovação na prova é obrigatória para o registro profissional no Conselho Regional, o que garante o exercício da profissão no Brasil.
O Exame de Suficiência vem sendo realizado pelo CFC, desde 2011, de acordo com o disposto no Decreto-Lei n.º 9.295/1946 – com alteração da Lei n.º 12.249/2010. O Conselho regulamentou a aplicação do Exame por meio da Resolução n.º 1.486/2015.
 

Fonte: Exame de Suficiência: Inscrições terminam nesta quinta-feira (12)

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Saiba como doar parte do IRPF aos fundos sociais

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Por Ingrid Castilho
Comunicação do CFC
Até o dia 30 de abril, brasileiros de todo o país podem fazer o Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) ganhar um propósito solidário. Isso porque é possível destinar parte do valor devido ao Governo para os Fundos da Criança, do Adolescente; e do Idoso, que fomentam instituições que promovem ações de assistência e proteção a essas pessoas. Além de trazer vantagens para a sociedade, a ação também pode beneficiar os doadores. Saiba como fazer e outras informações.
REGRAS
Os contribuintes (Pessoas Físicas) podem destinar até 6% do Imposto de Renda para os Fundos Sociais, que podem ser municipais, estaduais ou federais. Esse percentual é entendido como limite global por indivíduo, mas pode ser dividido para atender objetivos diferentes. Na prática, isso permite que 3% do IR seja abatido para o Fundo da Criança e do Adolescente e outros 3% para o Fundo do Idoso, por exemplo.
BENEFÍCIOS
As doações geram benefícios à sociedade e aos contribuintes, é o que explica o conselheiro do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e coordenador nacional Programa de Voluntariado da Classe Contábil (PVCC), Elias Dib Caddah Neto.  “O valor doado aos Fundos pode ser descontado do total a ser pago ou acrescido na restituição a ser recebida pelo contribuinte, algo que é uma vantagem. Mas a maior delas é contribuir para fomentar um futuro melhor para o nosso país. São com esses recursos que várias entidades ajudam a promover ações que realmente fazem a diferença como, por exemplo, tirar crianças da rua, acolher adolescentes envolvidos com drogas e também proteger idosos”, ressalta Neto.
Por ser deduzido do valor que já é devido ao Governo, os contribuintes não têm custos a mais para realizarem as doações. Assim, Neto entende que além de ser um exercício de cidadania, os direcionamentos também são sinônimos de amor ao próximo. “É muito importante que a sociedade contribua para o desenvolvimento de políticas públicas e principalmente dessas iniciativas de organizações que buscam fazer”, fala o contador.
PARCERIA
Com o objetivo de apoiar e incentivar a dedução anual do Imposto de Renda para doações aos fundos (municipais, estaduais e nacionais) que subsidiam políticas voltadas às crianças, aos adolescentes e aos idosos, o CFC possui dois termos de cooperação técnica com o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. O mais recente, voltado aos idosos, foi assinado em novembro de 2019, pelo presidente do CFC, Zulmir Breda, e pela ministra Damares Alves.
Na prática, serão realizados eventos que tratam sobre o tema e ações que apresentem relatórios conclusivos sobre a efetiva destinação, acompanhamento e aplicação dos recursos destacados para o incentivo à prática solidária.
A ação também ganha mais peso por ser ligada ao PVCC. Assim, os voluntários da contabilidade são sensibilizados e capacitados para atuarem junto aos seus clientes, pessoas físicas e jurídicas com a finalidade de obterem adesão aos programas de incentivos fiscais que regulam as doações aos fundos municipais de proteção à criança e adolescente. Em segundo lugar, eles auxiliam as entidades a elaborarem projetos adequados para se habilitarem a receber recursos dos potenciais doadores, valendo-se dos benefícios fiscais.
DECLARAÇÃO
A declaração do Imposto de Renda 2020 deve ser entregue até o dia 30 de abril, por todo contribuinte que recebeu ao longo de 2019 rendimentos tributáveis (salário, pensões, veículos, etc.) que totalizaram R$ 28.559,70. A expectativa é de que 32 milhões de brasileiros atendam a essa obrigatoriedade dentro do prazo. Para fazê-la, os cidadãos devem baixar o programa da Receita Federal (faça o download) e preenchê-lo com os dados solicitados.
O conselheiro Elias Neto afirma que, embora o software busque ser autoexplicativo, ainda pairam muitas dúvidas sobre os contribuintes sobre o que pode e o que não se pode declarar. “A gente observa que muitas pessoas têm dúvidas. Acabam caindo na malha fina exatamente por cometerem pequenos erros, como declararem um item que não poderia ser deduzido ou não declararem algum rendimento”, comenta.
Para evitar essas situações e garantir que a declaração do Imposto de Renda saia de forma adequada, Neto aconselha que os cidadãos busquem ajuda profissional. “Em qualquer circunstância, vale a pena consultar um profissional da contabilidade, porque ele vai estar pronto e apto a te ajudar. Desde as declarações mais simples às mais complexas, como as que exigem informações sobre compra e venda de imóveis, ou que envolvem outros recursos mais avançados, como questão de tributação ou não tributação”, finaliza.
PASSO A PASSO DE COMO DOAR AOS FUNDOS

Opte pela declaração completa. Na simplificada, os contribuintes não conseguem fazer esse tipo de doação.
No programa do IR, clique no item Doações Diretamente na Declaração – ECA.
Após isso, aperte o botão “Novo”, e escolha, entre as opções, o Fundo para o qual doará. Ele pode ser municipal, estadual ou nacional.
Decida a quantia a ser doada. O valor disponível é calculado pelo próprio programa do IR.
Imprima os Documentos de Arrecadação da Receita Federal (DARFs). São dois: um referente ao pagamento da primeira quota ou quota única do IR devido, apurado na declaração; e o outro referente à doação que está sendo efetuada.
Pague os DARFs até o dia 30 de abril. Se o contribuinte perder o prazo de pagamento do DARF referente à doação, ficará obrigado a recolher a diferença a título de IR.


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CFC alerta profissionais sobre impacto, nas demonstrações contábeis e outros temas relacionados à contabilidade, da pandemia de Coronavírus

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Em 31 de dezembro de 2019, a Organização Mundial de Saúde (OMS) emitiu o primeiro alerta de uma nova doença, depois que autoridades chinesas notificaram casos de uma misteriosa pneumonia na cidade de Wuhan. No dia 9 de janeiro, foi anunciado pela OMS que os casos de pneumonia estariam ocorrendo devido a um novo Coronavírus, tipo semelhante ao da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars).
No dia 20 de janeiro de 2020, foi comprovado que a transmissão entre pessoas já havia ocorrido e que os diagnósticos fora da China já estavam confirmados no Japão, Coreia do Sul, Tailândia, Taiwan, México e Estados Unidos.
Diante dos casos de mortes na China, o país decidiu suspender a circulação de trens entre as cidades. Alguns países como EUA, Itália, Coreia do Sul, Irã, Turquia, Rússia e Austrália passaram a adotar várias providências em seus aeroportos, incluindo a restrição de entrada de pessoas advindas de alguns desses países. No Brasil, foram confirmados mais de duas dezenas de casos até a data deste alerta.
Esse evento acabou afetando a economia mundial e, certamente, poderá gerar impactos que devem ser refletidos, em alguma extensão, nos demonstrativos contábeis e financeiros das empresas brasileiras e outras espalhadas pelo mundo. Acreditamos que ainda não é possível mensurar os efeitos econômicos decorrentes da propagação do Coronavírus (COVID-19) e das medidas governamentais tomadas para evitá-la, porém, nesse momento, cabe alertar quanto aos cuidados nas divulgações dos impactos, mensuráveis ou não, riscos e incertezas associados com a publicação de informações contábeis e financeiras levantadas em 31 de dezembro de 2019 ou em datas posteriores.
Para auxiliar os profissionais da contabilidade brasileira, ressaltamos que atualmente o Brasil dispõe de algumas normas técnicas que balizam o posicionamento dos profissionais da contabilidade quanto a melhor abordagem. Seguem algumas dentre elas:

NBC TG 26 – Apresentação das Demonstrações Contábeis

Há suas situações  que exigem  divulgações adicionais para as companhias: uma quando a empresa possuir risco de não continuidade de suas operações em um futuro previsível e/ou quando houver incertezas quanto às estimativas contábeis adotadas.

NBC TG 01 – Redução ao Valor Recuperável de Ativos e NBC TG 46 – Mensuração do Valor Justo

Os efeitos econômicos decorrentes dos esforços para conter a epidemia podem influenciar os valores justo e recuperável de ativos. O teste de recuperabilidade é requerido quando há indicativo de perda de valor do mesmo, exceto para Goodwill (ágio por expectativa de rentabilidade futura) e ativos intangíveis que são exigidos testes periódicos.

NBC TG 48 – Instrumentos Financeiros

Em função dos impactos gerados no dia a dia das empresas, há um risco de não recebimento de créditos, acarretando no aumento da estimativa de perda de crédito esperada que deve ser, em algum momento e dependendo do caso concreto, reconhecida. Outras situações relacionadas a instrumentos financeiros também podem ocorrer como desvalorização de ações ou fundos mensurados a valor justo.
Algumas situações adicionais são listadas a seguir: alteração na estimativa de contrapartidas variáveis conforme NBC TG 47 – Receita de Contrato com Cliente, alteração do valor realizável líquido de estoques, conforme NBC TG 16; recuperabilidade de tributos diferidos conforme NBC TG 32 – Tributos sobre o Lucro; valor residual e vida útil de ativos reconhecidos de acordo com NBC TG 27 – Ativo Imobilizado e NBC TG 06 – Arrendamentos; além de estimativas de provisões, conforme NBC TG 25 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes.

NBC TG 24 – Evento Subsequente

Cabe ainda um destaque especial para a NBC TG 24, pois após a avaliação dos impactos, pode-se concluir que a maior parte das operações que foram impactadas não foi uma consequência da epidemia, mas um resultado das medidas para contê-la, porém se os impactos forem relevantes, deve-se divulgar tais eventos e as estimativas de seu impacto financeiro ou uma descrição qualitativa de suas situações operacionais subsequentes, a fim de fornecer informações financeiras úteis para seus usuários principais.
A NBC TG 24 determina que os ajustes conhecidos em período subsequente, demandam ajustes em demonstrações contábeis, quando a situação em pauta estiver presente na data de levantamento das demonstrações (em 31 de dezembro, para entidades que tem seu exercício social coincidindo com o ano calendário), mas antes da aprovação e emissão dessas demonstrações.  Eventos incorridos em datas subsequentes e conhecidos antes da emissão das demonstrações, se relevantes, devem ser divulgados. Posteriormente, com a passagem do tempo, eventos divulgados como subsequentes, devem, dependendo do caso, ser registrados em demonstrações intermediárias ou anuais posteriores.
 Como acima mencionado, o ponto que deve ser observado sobre essa norma é a data do conhecimento dos fatos geradores de incertezas e a data de encerramento das demonstrações. Esse fator irá determinar se os efeitos serão registrados, apenas divulgados em notas explicativas ou ambos.

Análise detalhada das divulgações nas demonstrações contábeis

Destacamos que deve ser realizada uma análise detalhada nas divulgações efetuadas nas demonstrações contábeis. Tal procedimento visa assegurar que as mesmas expressam a situação atual aplicável e o impacto na entidade, de acordo com as circunstâncias e peculiaridades de suas operações.
Auditores independentes
Para os auditores independentes, a NBC TA 560 – Eventos Subsequentes e a NBC TA 540 – Auditoria de Estimativas Contábeis e Divulgações Relacionadas devem ser as principais normas a serem observadas, pois nelas são feitas as referências à responsabilidade do auditor quanto à adequação das estimativas e informações obtidas, inclusive após a data das demonstrações contábeis.
Com impacto em suas atividades, os auditores também poderão passar por dificuldades práticas, como, por exemplo, locomoção de suas equipes e contatos com equipes localizadas em determinados países. Tais fatos devem ser levados em conta e, dependendo das circunstâncias, podem ser requeridos testes alternativos, complementares ou outras considerações.
Comunicações à administração ou reguladores devem ser efetuadas, dependendo de situações e dificuldades específicas.
***
Este alerta não é um guia exaustivo das normas técnicas que devem ser consultadas pelo profissional da contabilidade quando da preparação das demonstrações contábeis levantadas na data base de 31 de dezembro de 2019 e datas posteriores.
As entidades devem também considerar orientações específicas e adicionais de outros órgãos reguladores nacionais e internacionais, se for o caso.
O CFC poderá emitir orientações complementares no futuro, caso necessário.
Coordenadoria Técnica do CFC
Brasília, 09 de março de 2020
 

Fonte: CFC alerta profissionais sobre impacto, nas demonstrações contábeis e outros temas relacionados à contabilidade, da pandemia de Coronavírus

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AIC e CFC juntos no combate à corrupção na América Latina

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Por Ingrid Castilho
Comunicação do CFC       

No sentido literário, a palavra corrupção significa adulteração; degradação de valores morais ou dos costumes; e devassidão. Combatê-la no Brasil e em outros 20 países será um dos focos principais da Associação Interamericana de Contabilidade (AIC). O anúncio foi feito pela presidente da organização, Maria Clara Bulgarim, durante a solenidade de encerramento do Seminário de Gestão, Planejamento Estratégico, Governança e Diretrizes Gerais do Sistema Contábil, do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), na quarta-feira (19), em Brasília.
Criada em 1949, a AIC é considerada a organização contábil internacional mais antiga do mundo. Seu objetivo principal é integrar contadores do continente americano, promovendo o desenvolvimento da qualificação dos profissionais. A entidade possui 21 países membros, chamados de organismos patrocinadores, 11 comissões técnicas. A contadora Maria Clara Bulgarim, que assumiu a presidência da AIC, para a atual gestão que vai de outubro de 2019 a outubro de 2021, é a primeira mulher a ocupar o cargo. Ela também é presidente da Academia Brasileira de Ciências Contábeis (Abracicon) e já foi presidente do CRC de Alagoas e do CFC.
Na presença de uma plateia com mais de 300 gestores dos Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs), Maria Clara elogiou o trabalho de organização do sistema contábil. Ela disse que pretende levar o nível de excelência do país como referência para outras nações trabalhando em consonância com outras instituições como o próprio CFC e a Federação Internacional de Contadores (Ifac, na sigla em inglês).
“Precisamos fazer com que essa missão de integrar todos os contadores e de aumentar o grau de excelência de toda a classe seja verdadeira. Nós também queremos posicionar o Brasil como um grande aliado ao combate à corrupção na América Latina, então é necessário compreender realmente o nosso papel no país perante o Sistema Contábil”, explicou.
Segundo Maria Clara, a AIC, o CFC e a Controladoria-Geral da União (CGU) já assinaram um termo de cooperação técnica para a realização de trabalhos de enfrentamento à corrupção. Seminários para abordar o tema já estão marcados para acontecer nos próximos meses na Argentina, nos Estados Unidos, no México, e também em Porto Rico. Além deles, a AIC possui também dois grandes eventos que acontecem nesse biênio: a Conferência Interamericana de Contabilidade (CIC) que será realizada em Bento Gonçalves no Rio Grande do Sul, em 2021; e o Cumbre de Las Américas, marcado para acontecer no Panamá, entre os dias 7 e 9 de outubro de 2020, com o intuito de abordar tendências inovadoras, práticas de excelência em contabilidade e outros assuntos pertinentes à classe.
O presidente do CFC, Zulmir Ivânio Breda, enfatizou a necessidade dos trabalhos do Sistema CFC/CRCs estarem alinhados aos objetivos e metas propostos e afirmou que a AIC contará com o apoio dos regionais para promover as ações em favor do desenvolvimento e fortacelimento da classe contábil no Brasil e no mundo.
 
Ao fim, Maria Clara enfatizou que “não existe desenvolvimento econômico em canto nenhum do mundo, se não estiver presentes profissionais atualizados, proativos, bem preparados”, como os do Sistema Contábil Brasileiro. Ela desejou a todas as lideranças uma boa gestão e direcionou uma fala especial às mulheres. “Hoje, observar esse movimento feminino tão forte, pujante e acima de tudo muito competente, é de me dar muito orgulho”, ressaltou a presidente da AIC.
O vice-presidente de Política Institucional, Joaquim Bezerra, que também assume o cargo de Diretor Nacional do AIC no Brasil, destacou a importância da conexão do Sistema Contábil . “A oportunidade que estamos tendo é de sonhar de olhos abertos. E isso significar dizer: realizar. Então a nossa gratidão, em nome do CFC, pela dedicação de todos vocês. Nós estamos aqui para fazer uma corrente única de trabalho pela classe contábil”, finalizou o vice-presidente.
Na oportunidade, o presidente da FBC, Adeildo Osório de Oliveira, explicou os principais objetivos da instituição, como, por exemplo, estimular e coordenar a produção científica na área contábil através de publicações de livros, revistas e periódicos. Oliveira também destacou que a FBC realiza diversos eventos educativos para a classe, como o Congresso Brasileiro de Contabilidade, e ainda atua promovendo o Exame de Suficiência no país.

Fonte: AIC e CFC juntos no combate à corrupção na América Latina

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Conselhão: Vice-presidente do CFC reforça união das entidades de classe

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Por Ingrid Castilho
Comunicação do CFC
Joaquim Bezerra fala durante seu discurso no Conselhão. Foto: Fábio Pinheiro/ Comunicação do CFC
O vice-presidente de Política Institucional do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Joaquim Bezerra, participou nesta quinta-feira (20), da 69ª reunião do Fórum dos Conselhos Federais de Profissões Regulamentadas — o Conselhão — no qual é coordenador-adjunto. A ação tinha por objetivo discutir assuntos de segurança jurídica e de defesa da profissão de diversos Conselhos, como os encaminhamentos em relação à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) N.º 108/2019. Entre outros temas, também foram pautados o Projeto de Lei (PL) N.º 126/2020 e o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLC) N.º 61/2018.
A reunião foi conduzida pelo coordenador do Fórum, Mauro Kreuz, que é presidente do Conselho Federal de Administração (CFA), e pelo secretário executivo do Fórum, Jenner de Moraes, junto ao vice-presidente do CFC.
Bezerra iniciou seu discurso comentando sobre o Conselho Diretor do CFC que assume a Gestão 2020/2021. Assim como o presidente Zulmir Ivânio Breda, que foi reconduzido ao cargo após eleições, ele também continuará na coordenação da Câmara de Política Institucional. A solenidade de posse aconteceu nesta quarta-feira (19), em Brasília, com a presença de mais de 350 pessoas, incluindo gestores de outras entidades de classe.
“É uma grande satisfação renovar o mandato e assumir novamente esse compromisso com a classe contábil. Mas, mais gratificante do que representar a própria classe é poder contribuir com toda a sociedade discutindo assuntos inerentes a todos os Conselhos de Profissões Regulamentadas”, disse o vice-presidente.
A PEC N.º 108/2019, que dispõe sobre a natureza jurídica dos conselhos profissionais, foi o principal assunto da reunião. Kreuz, Moraes e Bezerra reforçaram a necessidade de unidade entre os Conselhos para encontrar o melhor caminho para o tema.
Sobre a Proposta, o vice-presidente do CFC afirmou que o Conselhão tem mantido um discurso unificado sobre o tema na busca de defender o que é melhor para todos os cidadãos. “Continuaremos nessa linguagem única no diálogo com parlamentares e com o Congresso para chegarmos a um denominador comum que possa garantir a manutenção e a existência dos Conselhos de profissão regulamentada e o exercício profissional de cada uma destas profissões, de forma que possamos está todos alinhados e trabalhando na proteção da sociedade”, afirmou o vice-presidente do CFC.
 



Fonte: Conselhão: Vice-presidente do CFC reforça união das entidades de classe

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Gestores dos CRCs estreitam diálogo e tiram dúvidas em reuniões sobre vice-presidências

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Por Ingrid Castilho – Comunicação CFC
e Iara Flor – APEX Comunicação

Entender sobre cada vice-presidência e seu papel no Conselho Federal de Contabilidade (CFC) foi a missão de cerca de 200 gestores, de todo o País, que participaram do Seminário de Gestão, Planejamento Estratégico, Governança e Diretrizes Gerais do Sistema Contábil, na última quarta-feira (19). O evento foi dividido em reuniões específicas para cada área: Administrativa; Registro; Técnica; Fiscalização, Ética e Disciplina; Política Institucional; Desenvolvimento Profissional; Desenvolvimento Operacional; e Controle Interno. A ação permitiu alinhamento de metas e objetivos, esclarecimento de dúvidas e, ainda, o estreitamento do diálogo entre os integrantes do Sistema CFC/CRCs.
Na reunião de Política Institucional, temas como agenda política, relacionamento institucional e projetos sociais e técnicos ganharam destaque na fala do vice-presidente, Joaquim Bezerra. Segundo ele, a partir de uma integração com os Conselhos Regionais e também com entidades ligadas ao Sistema, pretende-se ampliar o leque das discussões políticas. “Juntos, nós podemos caminhar de mãos dadas e propiciar melhores condições de debate das leis, das normas contábeis e também da aplicabilidade da contabilidade no Brasil”, afirmou.
A pauta social também foi evidenciada com os novos desafios para o Programa de Voluntariado da Classe Contábil (PVCC). Segundo Joaquim Bezerra, o projeto “tem com meta, em 2020, envolver mais de 20 mil profissionais do sistema contábil brasileiro” para participarem de ações voluntárias ligadas principalmente ao incentivo às doações ao Fundo da Criança e do Adolescente e também o do Idoso. Para isso, o PVCC passará por uma reformulação.
No encontro conduzido pelo vice-presidente Técnico, Idésio da Silva Coelho Júnior, foram abordados temas sobre os principais projetos para os próximos dois anos. Ele destacou a importância do apoio integral no processo de convergência. “É de extrema importância o apoio integral de todos os regionais no processo de convergência das Normas Brasileiras de Contabilidade e Auditoria ao padrão internacional. Assim, partimos para várias iniciativas que impactam na profissão contábil”.
Aécio Prado Dantas Júnior, vice-presidente de Desenvolvimento Profissional, ao abordar sobre os principais trabalhos realizados pela área e as metas a serem alcançadas, destacou a importância da participação dos novos dirigentes. “No seminário, temos a participação de alguns vice-presidentes experientes, que já estão no sistema há algum tempo, e alguns novatos, que ainda não conhecem muito da área do desenvolvimento profissional.  Essa integração entre eles, com a troca de experiência, precisa se manter; a normatização é a mesma, mas cada um tem as suas peculiaridades, e essa troca de experiência tende a contribuir bastante para o desenvolvimento da área de educação continuada de todos os regionais”, destacou Aécio Prado.
As áreas de Administração e Desenvolvimento Operacional uniram o corpo funcional dos CRCs para compartilhar conhecimentos e apresentar as principais ações para o novo biênio. “Nós temos a nova resolução relacionada aos subsídios de apoio aos regionais; também faremos um trabalho para apoiar a gestão de cobrança e de recuperação de créditos, e pretendemos avançar nos trabalhos de implementação do sistema de pagamento via cartões de créditos”, comentou o vice-presidente de Desenvolvimento Operacional, João Altair dos Santos.
Ele também defendeu que o Seminário, além de oportunizar que os gestores de todo o Brasil se conhecessem, também deu espaço para que eles comentassem as dificuldades que passam no dia-a-dia funcional nos CRCs. “Estamos conseguindo propor soluções de médio e longo prazos para que os Regionais cumpram a sua missão, que é fiscalizar, registrar e proporcionar a educação continuada aos profissionais da classe contábil”, afirmou Altair.
Além de apresentar as metas para a Gestão 2020/2021, o vice-presidente Administrativo, Sergio Faraco, também destacou a importância do evento, deixando um recado aos participantes. “Muitos gestores de administração são novos e estão atuando pela primeira vez no Sistema. Aconselho que eles estudem toda a estrutura do CFC e nos consultem sempre que for preciso. Nós temos uma equipe muito preparada para auxiliar e orientar os trabalhos”, finalizou.
A vice-presidente de Fiscalização, Ética e Disciplina, Sandra Maria de Carvalho Campos, também destacou que houve um alto índice de renovação nas diretorias dos Conselhos Regionais. “Dessa forma, o Seminário é de extrema importância para que os líderes da profissão se atualizem sobre o novo corpo funcional, saibam quais ações que estão sendo realizadas, e conheçam as diretrizes e os princípios que norteiam o Sistema CFC/CRCs”, ressaltou.
Lucélia Lecheta, vice-presidente de Registro, em sua apresentação, informou que o grande desafio deste ano é colocar em teste no segundo semestre o novo Sistema de Registro, que está sendo desenvolvido pela fábrica de softwares do CFC. “Com esse sistema testado e pronto, vamos estudar uma forma de unificar o nosso registro, para que ele passe a valer em todo o País e não tenha que fazer a comunicação entre um estado e outro”, explica Lucélia.
Já para a vice-presidente de Controle Interno, Vitória Maria da Silva, a revisão dos manuais de contabilidade e auditoria e a consolidação dos balanços de todos os Conselhos Regionais de Contabilidade são os seus maiores desafios e principais metas. “O trabalho em conjunto sempre terá resultados mais positivos do que o individual. Precisamos seguir unidos nessa nova caminhada”.
 
 

Fonte: Gestores dos CRCs estreitam diálogo e tiram dúvidas em reuniões sobre vice-presidências

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Seminário é aberto em Brasília com a participação dos 27 CRCs

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Por Ingrid Castilho e Maristela Girotto
Comunicação do CFC

“Vamos lutar e trabalhar pelo Sistema para fortalecer a nossa profissão”, diz Zulmir Breda

Na abertura do Seminário de Planejamento Estratégico, Governança e Diretrizes Gerais do Sistema Contábil, o presidente do Conselho Federal de Contabilidade, Zulmir Ivânio Breda, afirmou que lutar pelo Sistema CFC/CRcs é o papel e o propósito dos dirigentes das entidades da classe. As palavras do presidente deram início, na manhã desta terça-feira (18), à solenidade de abertura do Seminário, na sede do Instituto Serzedello Correa, em Brasília (DF). A programação do evento, que teve início nesta segunda-feira (17), também conta com a solenidade de posse da nova Diretoria do CFC, eleita para a gestão 2020/2021, nesta quarta-feira (19).
Discutir e alinhar as metas e objetivos do Sistema CFC/CRCs para o novo biênio é o foco central do Seminário, que conta com a participação de mais de 200 profissionais, dos 26 estados e do Distrito Federal, entre presidentes, vice-presidentes e conselheiros das esferas nacional e estadual. Ao início da solenidade, Zulmir Breda relembrou que o Sistema CFC/CRCs surgiu em 1946, e que a atual estrutura da instituição é fruto do trabalho de diversos contadores ao longo da história. “Nós temos que dar continuidade a esse processo que começou há 74 anos. E esse encontro é importante para que possamos nivelar as informações e para que cada um entenda bem o seu papel”, enfatizou o presidente.
Breda também destacou a presença de novos dirigentes e como isso impacta de modo positivo no Sistema. “Com as últimas eleições, nós tivemos 21 novos presidentes eleitos para os CRCs. Então, nós temos muitos rostos novos aqui. Algo que é muito bom, pois dá aquele sentido de renovação que é necessário para que o Sistema recicle, ganhe novas ideias e mais dinamismo”, afirmou.
Entre os pontos fortes do Sistema, citados pelo presidente, está a importância do Planejamento Estratégico, que atua como instrumento norteador para as ações desenvolvidas. Breda também mencionou que a missão do Sistema é inovar para o desenvolvimento da profissão contábil, zelar pela ética e qualidade na prestação dos serviços, atuando com transparência na proteção do interesse público. Ele citou a visão do Sistema, que é ser reconhecida como uma entidade profissional que participa no desenvolvimento sustentável do país e que contribui para o pleno exercício da profissão contábil e interesse público.
“A classe contábil precisa se apresentar para a sociedade como uma peça importante da engrenagem da economia do país. Nós temos, sim, responsabilidade pelo desenvolvimento do país. Nós não somos coadjuvantes nesse processo, mas protagonistas, e é assim que devemos nos portar em cada momento da nossa vida profissional”, ressaltou Breda.
Os valores do Sistema – ética, excelência, confiabilidade e transparência – também ganharam destaque. Zulmir salientou que eles precisam ser parte da vida de qualquer contador, mas em especial dos dirigentes do Sistema. “Somos o espelho da classe contábil para a sociedade. É preciso ser ético em todas as ações, temos até um Código. Eu sempre tenho dito que o maior serviço que vendemos é a confiabilidade”, acrescentou.

A inserção da profissão contábil brasileira em um contexto internacional foi outro aspecto abordado por Breda, que defendeu a importância da participação do CFC em organismos internacionais. “Para manter nossa profissão atualizada, nós buscamos subsídios fora do país, por isso temos representantes em quase todos os organismos internacionais da profissão, sendo o principal a Federação Internacional de Contadores (Ifac, na sigla em inglês)”, afirmou. O representante do CFC na Diretoria da Ifac é o vice-presidente Técnico, Idésio da Silva Coelho Júnior, que tem, nas palavras do presidente do CFC, um papel fundamental na discussão do papel da profissão em âmbito global.
 
Zulmir Breda utilizou um artigo da presidente do Painel Internacional de Educação em Contabilidade – organismo vinculado à Ifac, Anne-Marie Vitale, para abordar os grandes desafios da classe contábil, que está sentindo os impactos da era digital. O presidente do CFC disse que as organizações contábeis precisam contribuir para o desenvolvimento do profissional do futuro.
Nesse sentido, ele informou que a gestão está trabalhando para oferecer ensino a distância gratuito, com ênfase em cursos de tecnologia, para todos os profissionais de contabilidade registrados. A previsão, segundo o presidente, é que no segundo semestre deste ano o projeto seja concluído. “Além do conteúdo em tecnologia serão disponibilizados outros conhecimentos para preparar o novo perfil de profissional”, disse, acrescentando que as mudanças tecnológicas estão transformando e reformulando os papeis que os contadores desempenham na sociedade.
Após a palestra do presidente, os demais membros do Conselho Diretor do CFC falaram sobre os trbalhos de suas respectivas áreas (veja matéria aqui).

Fonte: Seminário é aberto em Brasília com a participação dos 27 CRCs

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“Nós esperamos a classe contábil capixaba no 21° CBC”, diz vice-presidente do CFC

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Por Ingrid Castilho
Comunicação do CFC
”Ser contábil: humano, digital e ético, esse é o lema que vai nortear os assuntos que discutiremos no 21º CBC, e nós convidamos a todos a participarem. Nós esperamos, em especial, a classe contábil capixaba nesse encontro.” Foi dessa forma que o vice-presidente administrativo do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Sérgio Faraco, convidou, em nome do CFC, os mais 10,5 mil profissionais da contabilidade do Espírito Santo para o 21° Congresso Brasileiro de Contabilidade (CBC). O evento que acontecerá entre os dias 15 a 18 novembro em Balneário de Camboriú (Santa Catarina) terá como foco as inovações tecnológicas e o futuro da profissão contábil.
O convite aconteceu durante a cerimônia de posse da diretoria do Conselho Regional do Espírito Santo (CRCES), realizada nesta quarta-feira (12), em que Faraco participou representando o presidente do CFC, Zulmir Ivânio Breda.
O vice-presidente destacou que são esperadas cerca de oito mil pessoas para o Congresso que já tem mais de 250 atividades técnicas planejadas. Além disso, há confirmados para o evento 300 palestrantes para o evento, 15 fóruns, além de uma feira de negócios. Ações de sustentabilidade e bem-estar também fazem parte da programação. “No primeiro dia de evento, nós iremos fazer uma caminhada pela orla marítima do Balneário. A expectativa é que de cerca de três mil pessoas participem”, comentou.
O convite não ficou apenas para os presentes na solenidade. Em entrevista à TV Capixaba, afiliada da rede Band do Estado, Faraco reforçou o chamado, além de também ter falado sobre a importância e função do CFC. Ele destacou aos capixabas que as inscrições para o Exame de Suficiência estão abertas, assim como o prazo para submissão de artigos técnicos e científicos que serão apresentados no 21º CBC.
“O principal papel do CFC e dos Conselhos Regionais é o registro, a fiscalização e a educação continuada. A partir da lei N.º 12.449, nós começamos a fazer o Exame de Suficiência que, inclusive, está com inscrições abertas. Então aqueles que estão iniciando na carreira contábil podem se inscrever”, disse Faraco.
Posse da Diretoria do CRCES
Para registrar o início da gestão 2020/2021, o CRCES comemorou na noite desta quarta-feira (12), a posse da nova diretoria da instituição. A solenidade aconteceu em Vitória e contou com a participação de 450 pessoas.
Faraco desejou uma boa gestão à nova presidente do CRCES, Carla Cristina Tasso. Ele relembrou que acompanhou quase todas as posses dos últimos presidentes do Estado e que se sentia honrado por estar ali novamente. Por fim, em referência a chegada do novo biênio disse: “Otimismo para 2020. Será um ano muito melhor que 2019”.
Presidente
A contadora Carla Cristina Tasso é uma das precursoras do movimento da Mulher Contábil no Estado, e na última gestão atuava como vice-presidente de Desenvolvimento Profissional do CRCES. Durante a solenidade, ela apresentou o Plano de Gestão 2020/2021. “Nós temos como meta uma gestão que pretende trazer uma maior aproximação entre ao profissional contábil e a sociedade. Ela será pautada em palavras como disrupção, conhecimento, valorização, transparência, humildade e orgulho de ser contador e de servir à nossa classe”, disse Carla.
Ao fim, ela agradeceu a todos os convidados que participaram da cerimônia de posse, em especial, as mulheres da classe contábil, expressando sua alegria em assumir o novo cargo.
Atos de Intenção
A solenidade também foi palco da assinatura de dois protocolos de intenções entre o CRCES, a Agência de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas e do Empreendedorismo do Espírito Santo (ADERES) e o Governo do Estado.
O primeiro documento diz respeito a uma parceria para que o CRC, com apoio da ADERES, realize projetos de capacitação aos pequenos empresários capixabas. Já o segundo trata-se de um ofício para institucionalizar o Fórum da REDESIM (Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios) no estado.
Os protocolos foram assinados pela vice-governadora do Espírito Santo, Jacqueline Moraes; pelo diretor técnico da ADERES, Hugo Tofoli; e pela presidente Carla Tasso. Assinaram como testemunhas, o vice-presidente Sérgio Faraco e o presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon), Sérgio Approbato.
Em seu discurso, Jacqueline Moraes falou sobre a importância dos protocolos e parabenizou a nova presidente. “Essa ação é muito importante, pois nós precisamos fortalecer e enriquecer os pequenos empresários capixabas,  de forma a ampliar o conhecimento deles”, finalizou.
 
 
 

Fonte: “Nós esperamos a classe contábil capixaba no 21° CBC”, diz vice-presidente do CFC

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